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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Cenas Clássicas do Cinema - Volume 1

Bom dia, boa tarde ou boa noite!

Hoje o blog "Língua Solta!" começa uma série de postagens sobre cenas clássicas do cinema mundial. Você pode nunca ter visto o bendito filme por inteiro, mas viu por tabela! Vamos lá!


Titanic (1998)


"Oh, Jack! Estou voando!"

O Pecado Mora Ao Lado (1955)
 The Seven Year Itch


"Como consegue ficar nessas calças tão quentes?"

Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991)
Terminator 2: Judgment Day

"Hasta La Vista, baby!"

Cinderela em Paris (1957)
Funny Face

"Take the picture, take the picture!"

Um Príncipe em Nova York (1988)

 Coming To America

"Parado!"

Bonequinha de Luxo (1961)
Breakfast at Tiffany's


"Uma garota não pode ler uma coisa dessas sem batom."

Namorada de Aluguel  (1987)
Can't Buy Me Love


"Só se me prometer que não vai fazer aquela dança ridícula de novo."


Ghost: Do Outro Lado Da Vida (1990)
Ghost

"Oh, my looove! My daaarling!"



Mary Poppins (1964)


"Não se deve julgar um livro pela capa."

Elvira A Rainha Das Trevas (1988)

Elvira Mistress Of The Dark

Obs: Uma imagem vale mais que mil palvras!

Por hoje é só. Mais algum filme? Deixem comentários! Os melhores ganham a camiseta oficial do blog.  A série desse post continua nas próximas edições. Até mais e tchau!

sábado, 17 de março de 2012

Machado de Assis é uma Porcaria!!!


A acusação de que os jovens brasileiros têm preguiça de ler é injusta e infundada. O fenômeno Harry Potter testemunha a favor. O Brasil assistiu boquiaberto a miúdas crianças devorarem avidamente infinitas páginas de um pesado volume cujas mãozinhas mal conseguiam sustentar. Da mesma forma, é mentira que criança não gosta de tomar remédio. Ao contrário, é preciso vigiar o frasco de xarope, pois o líquido colorido, cheiroso e docinho lhes aguça a atenção. O segredo do best seller infantil foi justamente este: transformar um amaríssimo remédio em deliciosa guloseima.
Na verdade, os pequenos não-leitores são vítimas de ignorantes imposições que fazem dessa atividade não uma prazerosa fonte de crescimento e informação, mas um enfadonho e torturante castigo. Um mau exemplo disso é a teimosia de desastrados professores, que insistem em empurrar Machado de Assis goela abaixo de uma criança de 4ª série. O resultado é que ela toma ódio desse e de outros gênios – aliás, de qualquer literatura.
E deve-se, no caso, dar razão ao educando, pois Machado é insuportavelmente inadequado para a idade. Seu vocabulário e suas construções frasais são vetérrimos, herméticos e sua filosofia inalcançável para tão incipiente formação. Os incautos mestres querem que a criança tome a bicicleta pela primeira vez e já saia pedalando com destreza. É preciso que se coloquem aquelas rodinhas laterais até que o novo ciclista aprenda a se equilibrar. Assim, um dos melhores livros de toda a literatura brasileira é o Escaravelho do Diabo, se lido aos 10 anos de idade.
Linguagem rasteira e ilustrações ajustadas
Em descompasso com o aluno, a escola teima no ensino cronológico das correntes literárias e respectivas obras. Mais proveitoso seria começar pela literatura contemporânea, até que um dia ele se interessasse por texto cheirando a mofo – cantigas de amigo e maldizer.
Mas há coisa pior: despreparados professores usam a leitura como instrumento de coação. Alguns, para recobrarem a disciplina e a ordem da sala, ameaçam seus alunos com atividades de leitura. O resultado é previsível.
Em suma, a criança e o adolescente não lêem porque a escrita é intragável. A começar pelo vocabulário, embaraçoso, incompatível com sua deficitária formação escolar.
Os dicionários são labirintos de linguagem floreada-pós-PhD, tão exatas e esclarecedoras quanto os poemas de Cruz e Souza. O aluno de 5ª série que se aventura a buscar um conceito no pai-dos-burros sai dali convicto de que o livro é mais burro do que pai. O verbete procurado é definido por um emaranhado de palavras mais difíceis do que aquela que ele procurava. A experiência assemelha-se à saga de um analfabeto que vive o burocrático jogo de empurra numa dessas destroçadas repartições públicas. Dessa consulta, ele só sai doutor em pingue-pongue. As editoras ainda não entenderam o que é dicionário verdadeiramente escolar: linguagem rasteira e ilustrações ajustadas ao prin-ci-pi-an-te.
"De boa, véi"
Os pais dão sua contribuição: são o melhor exemplo do que não se deve fazer. Prostram-se mudamente diante da TV e dali só saem para dormir. Desconhecem que um dos melhores métodos de ensino e aprendizagem chama-se imitação. As crianças copiam o que vêem, ou melhor, o que não vêem. Se não flagram seus pais degustando um bom livro, não repetirão a experiência.
Mas a medalha de ouro cabe à imprensa. Autora dos mais ferozes ataques, ela insiste em tachar o estudante de alienado e de restringir-se a conteúdos acríticos, como horóscopo e futebol. Essa limitação é verdadeira e explicável: não existem publicações infanto-juvenis palatáveis sobre economia e política. Em que pesem as críticas da mídia, não se sabe de jornal que dialogue com a turma.
Os jornalistas, não obstante celebérrimos profissionais, desconhecem a regra mais elementar da comunicação: o texto deve se ajustar à língua de quem o recebe, pelo menos por algum tempo. Os fatos político-econômicos, principalmente, são apresentados tão-somente na perspectiva adulta. Esse desajuste não permite às vítimas do caos do ensino reconhecerem qualquer identidade com seu grupo social. Parece que tais acontecimentos afetarão exclusivamente o mundo adulto. A imprensa não se preocupa em traduzir o periódico para a língua escolar. Assim, para o adolescente, não há aplicação prática das informações em seu cotidiano. O estudante sequer entende o que está sendo noticiado. "De boa, véi, num rola não. Tipo assim... nem sei, fraga?"
Um jornal escolaaaar!
 Habituados a elogios de colegas e de respeitadíssimos intelectuais, os jornalistas ou mesmo escritores não têm consciência de que suas obras de arte são modorrentas leréias. O leitor é excluído porque não dispõe de instrumento para decifrar tão enigmática composição. É como se ela estivesse redigida em japonês arcaico de trás para frente.
O jornalismo sério não aceita se rebaixar ao nível do incipiente leitor, tampouco demonstra paciência com seu desenvolvimento. A imprensa precisa, no entanto, descer do pedestal e ir ao encontro daquele que pretende como leitor. É preciso conquistá-lo, seduzi-lo, "mascá um 171". É necessário formar seu gosto.
Mundo adulto, é preciso um jornal escolaaaar! Sei da tentativa bem intencionada de um jornal de grande circulação, no entanto o colorido e a meia dúzia de gírias não foram suficientes para agarrar os teens. É preciso recorrer a profissionais de outras áreas: pedagogos, psicólogos, educadores, bem como a jovens talentos jornalísticos inatos. Só assim será possível a resposta:
– Aí! De-mo-rô, meu.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Música... "música"????


O FUNK  (sigla do patido Fudidos Unidos Numa Kagada (com K porque funkeiro que se preza não tem noção nenhuma de ortografia), é um estilo músical?? ruído que passa longe até do coaxar dos sapos. É uma espécie de batida desconexa e repetitiva acompanhada por alguém desafinando ou grunhindo uma letra óbvia e burra que até os chimpanzés achariam ruim. O Funk é a perfeita fusão da estupidez, putas pagas, falta de talento e falta do que fazer. Funk também deriva do inglês Fuck ou Fucking já que é só e praticamente isso o que tem nas letras das "músicas"

Como evitar ser infectado funkeiro(LEIA ATENTAMENTE!)

  • Aprender a ler e praticar leitura;
  • Completar o Primeiro Grau;
  • Ouvir qualquer vertente do rock , jazz ou música clássica, ou até mesmo os três;
  • Não ler o Meia-Hora, O Dia, Extra;
  • Não ser "Curintianu"; nem "Framenguixta"
  • Não assistir programas dominicais, p.ex. domingo legal/programa da eliana/tudo é possível/domingão do faustão;
  • Não ouvir músicas que digam em suas letras algo além de "Rebolar", "Descer até o chão", "créu", "plantar bananeira", "dar", "pegar várias cocotas", "beijar as novinha", "ár tchuca é nór" e afins;
  • Não andar com funkeiros;
  • Não estudar em escola pública, pois é lá que os funkeiros menores de idade fazem guerrinha de papel, estudam (apesar de que em particular você irá ser incomodado pelos Mauro/Patty do Funk);
  • Não ir em baladas que só tocam ruidos Funk e nem em puteiros Bailes Funk;
  • Ir à Igreja frequentemente;ou ao menos fingir que vai!
  • Não trabalhar em bocas-de-fumo;
  • Seja inimigo de atividaes ilícitas, como mototáxis e kombis/vans clandestinas;
  • Não use maconha ou crack;
  • NUNCA, jamais tenha contato (nem visual) com mais um infectado funkeiro.

Como amenizar (um pouco) o Funk

  • Se houver um funkeiro com um celular tocando Funk, faça o mesmo, mas toque Rock/Metal e em um volume superior;
  • Indicar uma escola (ou reformatório) a um funkeiro;
  • Se conhecer um baile funk onde se trafica drogas, denuncie;
  • Denunciar sites de funk para a Safernet;
  • Explodir carros que toquem Funk, de preferência com o proprietário dentro dele;
  • Colocar cartazes difamando e denegrindo a imagem do Funk em um lugar onde todos possam ver;
  • Formar uma gangue que arrebente funkeiros;
  • Em época de eleição, convencer rockeiros e/ou metallers a se candidatarem a presidente, governador, prefeito ou qualquer outro cargo político que permita criar uma lei que proiba o Funk (é serio, temos que acabar com o Funk antes que ele acaba com a gente usando a bandidagem e drogas);
  • Cortar o sinal da Rede Globo (corte frequentemente, pois algum imbecil irá consertar)
  • Nunca,NUNCA,JAMAAAIS assista o programa "Esquenta!!!" da Regina Casé; 
  • Fique lonje dos "axézeiros"(é meio caminho andado para o rebolado do mardito funk)

Influência na "cultura brasileira"

A beleza da nação funkeira já dominou o país... Tá tudo dominado! O movimento prega a paz porque "samo da paz". Ora, a violência em baile funk não são nada, é só para descontrair! O que é um nariz quebrado, uma facada no bucho, uma tripa vazando? Isso é coisa normal num ambiente sadio.
Além do mais, o barulho que causa necrose cerebral serve para os infelizes e miseráveis sem propósito na vida deixarem de ouvir sua realidade desgraçada berrando ao seu ouvido e exigindo desenvolvimento e, assim, são sempre felizes sem saber porque, na luta para não mudar nada e se conformarem com toda merda de vida que tem.

O funk também é o difusor de várias coisas positivas como o jeitinho brasileiro da prostituição infantil, gravidez aos 11 anos de idade, da orgia, das doenças sexualmente transmissíveis, do brega, do mau gosto, da falta de cultura, da burrice, do Alexandre Frota, dos pitboys, do tráfico, da corrupção, da sujeira nas praias do Rio, dos arrastões, dos sequestros, de querer mostrar (de forma muito barulhenta) ao mundo que você existe; enfim, o Funk faz o nome do Brasil brilhar no mundo todo.

Por fim, o Funk presta um imenso serviço à educação com suas poesias únicas e experimentais, à segurança com suas críticas bem fundamentadas e construtivas da polícia e à saúde pública promovendo o controle populacional através das DSTs.

O Funk também, hoje em dia influencia em suas letras barulhenta a pratica de sexo,roubo na vida dos jovens. Através de Letras vagabundas como a do seco Mc Créuna minha bunda
Nota : Os funkeiros são seres unicelulares ,putos e sem dúvida putos por que ficam escutando com um monte de machos (???) Gays na volta.

Por mais incrível que pareça há um fundo musical ou algo parecido por trás do Funk, uma batida extremamente repetitiva que se arrasta por intermináveis 3 minutos, na verdade a batida é sempre a mesma e ninguém percebe porque está mais preocupado em rebolar ou evitar uma porrada em sua direção. Além da batida alguém fica grasnando uma letra ou qualquer coisa que o valha, o importante é que a letra não diga nada, NADA além de putaria e dos mano bandido do gueto (agora imitaram Rapper também!).
As batidas de funks são feitas por traficantes DJS (se podemos chamar de DJ). Aquilo é apenas uma batida de tambores do Araketu, uma flauta e uma vuvuzela. A maioria dos DJs nem tem uma simples picape e copiam batidas do youtube, colocam no baile repetindo e ficam enchendo o toba corpo de cachaça 51. No final do baile o DJ está bebado e acaba com todo o baile. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Globo Estreia Mulheres de Areia !

Hoje (dia 12 de setembro) a Rede Globo de Televisão retransmitirá no "Vale a Pena Ver de Novo" a novela Mulheres de Areia, premiadíssima por seu enredo fascinantemente ótimo. Dirigida por Wolf Maya, ‘Mulheres de Areia’ conta a história da disputa entre duas mulheres, idênticas fisicamente e com personalidades opostas, pelo mesmo homem, o bem-sucedido Marcos Assunção (Guilherme Fontes).

Na trama, Ruth, uma doce professora, é verdadeiramente apaixonada por Marcos. Raquel, a irmã egoísta e cheia de defeitos, só pensa em conquistá-lo para melhorar de vida, afinal a família do empresário é riquíssima. Para a tristeza de Ruth, Raquel consegue usar a seu favor a semelhança física entre elas e leva Marcos ao altar.

Mas esse é apenas o começo da história... A gêmea má, mesmo depois do casamento, não abre mão de continuar se encontrando com o namorado, Wanderlei (Paulo Betti), dono de um caráter tão duvidoso quanto o de  Raquel. A traição acaba sendo descoberta por Tonho da Lua (Marcos Frota), um artista que cria belas esculturas na praia de Pontal D’Areia, cidade fictícia do litoral fluminense onde a trama acontece. Ardilosa, Raquel convence Marcos de que o rapaz não é uma pessoa confiável e o empresário dá um voto de confiança à esposa ...

Globo Divulgação